Deixa Que Eu Google Por Ti – Uma ferramenta para brincar com o Google

Deixa Que Eu Google Por Ti – Uma ferramenta para brincar com o Google

Não há dúvidas de que o Google mudou o mundo, uma empresa que começou como uma simples ferramenta de busca hoje é uma das maiores empresas do planeta. O Google possui uma gama gigantesca de produtos e serviços que nós usamos todos os dias, coisas como o Gmail, Android, e a página Google, é claro.

Mas será que todas as pessoas sabem usar essa ferramenta de busca? Será que todos sabem “Googlar”? As vezes parece que muitos de nossos amigos e familiares não sabem, pois eles vivem tentando pegar um atalho, e ao invés de fazer uma rápida pesquisa eles simplesmente perguntam pra ti. Não é nenhum crime, mas que tal aprontar (trollar) com eles em uma dessas vezes?

É exatamente pra isso (para trollar) que existe o site Deixa Que Eu Google Por Ti. Já havia ouvido falar dele?

Google Troll

Google Troll

Não. Então deixe-me explicar como funciona. Pra isso vamos usar uma situação como exemplo.

Você está navegando na internet em um sábado à tarde (exatamente como estou agora), mas como você está logado no Facebook de repente recebe uma mensagem do seu amigo dizendo: “Hey, qual o preço de um iPhone 6? Estou pensando em comprar um” . Se você não souber, é provável que irá abrir uma nova aba no seu Google Chrome (espero que você não esteja usando o Internet Explorer) e digite “Qual o preço de um iPhone 6”, certo? Mas convenhamos, seu amigo poderia ter feito isso por si mesmo, não?

É exatamente ai que o Deixa Que Eu Google Por Ti entra em ação. Ele irá “ensinar” pro seu amigo que ELE pode fazer uma pesquisa no Google. Sem muita dificuldade. (Não, sejam maldosos, se for sua mãe pedindo ajuda, ela tem todo o direito. Seja bonzinho e responda a pergunta da mamãe.)

Passo a Passo do Deixa Que Eu Google Por Ti

Acesse o site:

http://dqegpt.com.br/ – Vija a printscreen (imagem) no início do Post.

A primeira coisa que você irá fazer é digitar a pergunta, exatamente como faria no Google mesmo. No nosso caso: “Qual o preço de um iPhone 6”.

texto-pesquisado

O Deixa Que Eu Google Por Ti em seguida irá gerar um link personalizado. Esse link você vai mandar pro seu amigo e é ele o responsável pela trollagem em si.

url-gerada

Assim que seu amigo abrir (executar) o link, o site Deixa Que Eu Google Por Ti irá executar uma sequência ensinando seu amigo como é que se faz uma pesquisa no Google. “Passo 1: Digite sua busca.”:

primeira-licao

“Passo 2: Clique no botão de pesquisa.”

segunda-licao

E então a tirada final, com um pequeno tempero de sarcasmo. “Foi tão difícil?”.

pronto

E pronto, nesse momento o Deixa Que Eu Google Por Ti irá direcionar seu amigo para a resposta do Google mesmo, exatamente como se seu amigo tivesse feito a pesquisa por si só. Como deveria ter feito, certo?

resultado

Como pode ver, o site é bastante simples e não é fundamento, como o Google é, para a nossa sobrevivência. Mas ele pode sim se tornar uma brincadeira divertida entre amigos. Lembre-se de não passar do limite. Mantenha respeito acima de tudo.

O que você achou dessa ferramenta? Já conhecia? Como pretende usá-la? Faça seu comentário e quem sabe compartilhe algumas ideias conosco.

Os Melhores Editores de Texto Disponíveis em 2015

Os Melhores Editores de Texto Disponíveis em 2015

Se você está se aventurando na área de Web Development (Web Design), provavelmente já deve ter feito alguma pesquisa no Google com algo parecido com isso: “Qual é o melhor Editor de Texto?” ou “Melhor Editor de Texto Gratuito”, etc. Se esse for acaso eu tenho certeza que esse post irá te ajudar.

Estou trazendo aqui os meus 3 editores de textos gratuitos favoritos. Fique a vontade para acrescentar o seu favorito também (não tem problema se for pago).

Os editores não estão listado em ordem de preferência ou mesmo de qualidade.

1. Notepad++

Notepad-Plus-Plus

Notepad++

Site oficial do Notepad++

Esse é certamente o mais popular de todos os editores de texto. Isso porque ele é realmente um excelente editor de texto. Ele é perfeito para quem está aprendendo pois a curva de aprendizado é muito rápida. O Notepad++ é simples de usar e talvez isso o torne tão popular

Principais Características:

  • Busca/Substituição
  • Sistema de auto-complete
  • Zoom para aumentar ou diminuir o texto
  • Permiti uso de várias abas

2. Atom

Atom

Atom

Site oficial do Atom

O Atom, um aplicativo criado pela Github, é um das mais novas opções de editores de texto no mercado mas já está fazendo um grande sucesso entre os programadores e desenvolvedores. Além de ser totalmente Free ele ainda é open source (assim como o Linux, WordPress, Mozilla Firefox, etc), isso quer dizer que o mundo todo pode colaborar para a melhoria dele.

Principais Características:

  • Gerenciador de Arquivos
  • Snippets (códigos prontos)
  • Vários temas
  • AtomPair que permiti multi usuários

Brackets

Brackets

Brackets

Site oficial do Brackets

O Brackets, assim como o Atom, é mais um aplicativo open-source. Esse porém é desenvolvido por uma empresa um pouco mais conhecida, a Adobe. Ele também é bastante novo e já vem mostrando muito potencial. Ele foi desenvolvido pra ser minimalista, ou seja, para ter uma interface simples e de fácil aprendizado. Mesmo assim ele é bem poderoso, uma das funções que mais chama atenção no Brackets é denominada Extrair (Extract), ela permitir extrair informações diretamente de arquivos PSD (gerados pelo Photoshop). Você pode extrair informações como cor, fonte e medidas, tudo isso em um CSS limpo, sem excesso de códigos. Empolgante, não?

Principais Características:

  • Extrair
  • Várias extensões
  • Editor inline (acima da própria linha trabalhada)
  • Visualização instantânea

Bom, meu objetivo neste post não é decidir por você qual é o melhor editor. Você precisa provar por si mesmo. Porém esses são os melhores editores de texto gratuitos atualmente.

Caso você ache que ficou faltando editores na lista, não exite em citá-lo nos comentários à baixo. Por favor nos diga também o motivo que torna esse editor tão bom.

Como instalar/atualizar (flash) Android Lollipop (5.0) em seu Aparelho Google Nexus (5 ou 7 2012 e 7 2013)

Como instalar/atualizar (flash) Android Lollipop (5.0) em seu Aparelho Google Nexus (5 ou 7 2012 e 7 2013)

Se você possui um aparelho da Google, ou seja, da linha Nexus. Com alguns downloads e linhas de comando você já pode ter a última versão do Android, o Lollipop, agora mesmo. E vale muito a pena!

Se você está ansioso para ter a nova versão do Android e já andou pesquisando como fazer isso, certamente já ouviu falar sobre factory images, que são as versões oficiais do Google porém que não chegam OTA (automaticamente). E muito provavelmente você até gostaria de usá-las mas não sabe como. Se esse é o caso, esse tutorial foi feito exatamente pra você.

Aqui vai um aviso importate: este procedimento irá apagar tudo que estiver no aparelho. TUDO. Apps, senhas, configurações, fotos, tudo mesmo. Então faça um Back Up de qualquer coisa que você tenha interesse em manter.

1 – Em primeiro lugar é importante que a versão correta do factory images seja baixada:

Neste tutorial usamos o Nexus 7 2012 – Baixe a factory image aqui

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Todos os outros aparelhos: Acesse aqui

2 – Em seguida faça o download do Android SDK:

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Clique aqui e baixe o “Eclipse ADT Bundle” do Google. Este é o Android SDK. Ele é necessário para que você possa fazer seu computador se comunicar com o aparelho sem riscos. É o que os desenvolvedores usam!

3 – Descompacte (com winrar, winzip ou outro do gênero) o Android SDK (de preferencia na partição C:/ do seu computador). Execute o “SDK Manager”, dentro dele você irá precisar baixar o Google USB Driver, que deve estar marcado como padrão. Seria bom também atualizar o “Android SDK Tools” e o “Android SDK Platform-tools,” todo o resto você pode desmarcar e atualizar mais tarde (caso queira brincar com desenvolvimento para Android – o que é uma ótima ideia).

4 – Em seguida você vai precisar reiniciar seu aparelho no Modo Fastboot. É nele que toda a mágica acontece. Para acessar o Modo Fastboot desligue seu aparelho e religue pressionando o botão de ligar e de diminuir o volume (volume down) simultaneamente. Você verá uma tela com o Android aberto. (Alguns aparelhos exigem que se pressione os 3 botões (power, up e down) ao mesmo tempo.

5 – Agora extraia o conteúdo (zipado) da factory image que você baixou dentro da pasta “Platform Tools” de seu computador. Você deve ter entre outros arquivos os arquivos “flash all” juntamente com o “fastboot” da “Platform Tools”.

6 -Se o bootloader do seu Nexus ainda estiver bloqueado, entre em Mode Fastboot, com o aparelho conectado ao seu computador, e vá para a pasta adb-tools (dentro do Android SDK) e mantendo o botão SHIFT do seu teclado pressionado clique com o botão direito do mouse num campo livre na pasta e escolha “Abrir janela de comando aqui”, clicando sobre esta opção com o botão esquerdo do mouse. Basta digitar o seguinte comando: “fastboot oem unlock”. No seu aparelho selecione YES com o botão de ligar. Seu bootloader está desbloqueado.

7 – Hora de instalar/atualizar (flash) a factory image. Você precisa estar com o aparelho conectado ao seu computador (de preferência com o cabo USB original) e também precisa estar em Modo Fastboot. Na pasta “Platform Tools” clique duas vezes no arquivo “Flash-all.bat”, ele irã fazer todo o processo por você. Aguarde, seja paciente, o processo leva sim um bom tempo. Ele irá reiniciar seu aparelho automaticamente quando estiver pronto. O processo de reinicio do aparelho pode levar até 10 minutos, então não se assuste.

Parabéns você está rodando a última, e melhor, versão do Android.

4 Perguntas Mágicas a Se Fazer Antes de Criar Qualquer Design

4 Perguntas Mágicas a Se Fazer Antes de Criar Qualquer Design

Essas 4 perguntas são tão relevantes que arrisco afirmar que se você não tem a resposta pra cada uma delas antes de iniciar seu Design então o resultado será na melhor das hipóteses medíocre, possivelmente um desastre.

Criar o design pra qualquer coisa — websites, software, apps, anúncios de  TV, espaços físicos, documentos – é desafiador. Exige arte e ciência. E a maioria dos princípios não são possíveis aplicar em todas as situações. E os Designers acabam usando muitas  vezes a resposta: “depende”.

Porém essas quatro perguntas SEMPRE se aplicam. Sempre faça essas perguntas ao seus clientes quando for criar qualquer coisa. O mais interessante é que embora essas perguntas sejam bem básicas e simples na maiora das vezes o cliente não saberá exatamente como respondê-las.

Vamos para as 4 perguntas:

1. Qual é o público alvo?

Independente do que você está criando — quem irá usar com maior frequência? Quem você realmente quer que use? Todos acham que sabem qual é o público alvo até você perguntar isso a eles. Só então você e seu cliente percebe que os envolvidos na criação não concordam em qual é o público alvo. Se você não sabe pra quem você está criando, então por que é que você está criando um design mesmo?

2. O que o público alvo quer fazer?

Muito cuidado com suas ideias e especialmente com as ideias de seu cliente. Infelizmente na maioria das vezes os clientes (e podemos incluir a nós designers) querem criar algo que não passa nem perto do que o público alvo quer fazer com o produto ou serviço que estamos criando. Se você não estiver atento a isso, é muito provável que irá criar algo que jamais será usado.

3. O que você quer que o público alvo faça com o produto ou serviço? 

E as vezes existe um grande abismo aqui, porque as vezes o que você quer não passa nem perto do que o que o o público alvo quer .

Alguns designers as vezes se perdem porque se concentram apenas no ponto de vista do público alvo. Você precisa das duas perspectivas. É natural que o dono do produto ou serviço queria que o produto seja usado de uma maneira específica; querer que o usuário faça isso ou aquilo. Afinal de contas uma boa quantidade de dinheiro e recursos está sendo investido na criação do produto ou serviço. E na maioria dos casos esse investimento é para algo mais do que apenas satisfazer os desejos e vontades do público alvo. Muito provavelmente também há alguma meta ou propósito financeiro/corporativo. Mas será que os responsáveis pela criação sabem qual é essa meta ou propósito? Se a resposta for não, como será que o desejo do usuário e a meta financeira/corporativa serão equilibradas e alcançadas?

4. Qual ação é esperada do usuário nesse ponto do projeto?

Em cada ponto, em cada interação, em cada página ou tela, deve haver algo que se espera que o público alvo faça. O usuário deveria acessar uma tela, clicar em um botão, inscrever-se, etc. Será que o designer sabe qual é essa ação?  Se não sabe, como saberá o que criar? Se você quer  que o usuário faça algo específico então você deve criar com essa ação em mente. Se não existe nenhuma ação a ser feita, por que é que o produto ou serviço está sendo criado mesmo?

Faça essas 4 perguntas mágicas. Saiba as resposta pra elas. Só então você (e sua equipe – se for o caso) poderá criar um design (produto ou serviço) que será realmente usado.

O que acha? Você já faz perguntas como essas antes de começar um design? Normalmente as respostas estão claros ou nem se quer foi pensado a respeito do assunto? Será que existe alguma outra pergunta mágica que você considere fundamental para o processo de criação?

Programar para iOS ou para Android? Há alguma diferença?

Programar para iOS ou para Android? Há alguma diferença?

A diferença no desenvolvimento de aplicativos para iOS e para Android é semelhante a diferença de maças pra bananas. Elas se encontram na mesma categoria (sistema operacional móvel / frutas), mas é mais ou menos por ai que as semelhanças acabam.

Aqui estão algumas diferenças:

  1. O iOS e o Android são sistemas operacionais móveis tão distintos quanto o Mac OSX e o Windows o são para desktop e notebooks.
  2. Eles envolvem linguagens de programação diferentes. O iOS usa Objective-C enquanto o Android usa Java.
  3. O Android é de certa forma open source – ou seja tem código aberto, já o  iOS não. Você talvez já percebeu que existem algumas lojas de aplicativos para Android que não estão associadas a Google e são independentes da Play Store. Por outro lado a Apple controla toda a App Stores em mais de  100 países.
  4. Existem apenas três aparelhos que usam o iOS:  iPads, iPods e iPhones – todos da Apple. Porém há centenas de aparelhos de dezenas de empresas que usam o Android.
  5. Uma licença de desenvolvedor da Apple irá lhe custar  US$ 99,00 por ano, já a Google cobra apenas uma taxa única de US$ 25,00.
  6. Para desenvolver para iOS você irá precisar de um Mac. Para desenvolver para Android você pode usar Mac, Windows ou mesmo Linux.

Outro detalhe importante que virá após o desenvolvimento de seu aplicativo é que você poderá publicar seu aplicativo para Android sem que ninguém precise revisa-lo. Já seu aplicativo para iOS terá que passar pela aprovação do time da Apple e a espera pode levar de 5 à 15 dias úteis.

Meu objetivo aqui é apenas cobrir as diferenças ligadas a programação, não irei entrar nos méritos de qual deles é o melhor. E certamente minha lista é bem simplista

Qual seria outra diferença que você considera importante destacar?